Segunda-feira, Julho 28, 2008

Para...


Para quê ser memória doce nos corações
Das pessoas? Se neles conforto a estranha
Saudade que nos invoca. Foram paixões,
Aquelas que nos cravou a dor tamanha.

Que sejam. Que sejam na vida os corações
A ter responsabilidade de quem não tenha
Feito nada senão fugir. Dai-me sensações!
Que eu mudarei o meu mundo numa façanha.

O meu mundo sem ordem, nem política!
Os meus sonhos fúteis e sem vontade!
E sem escrita certa ou figura mítica.

Mas eu sou sempre incerto no meu grito.
Não importa! Porque eu sou o há-de!
Eu sou o mundo fechado no infinito.


Esta tentativa de poema é para vocês, meus amigos. Pedro Abrantes, Pedro Amaral, João Nuno
(Tija).
(ainda tenho as fotos do vosso primeiro ano juntos em Coimbra)

2 comentários:

Canhoto disse...

Deixo aqui um grade abraço a este rapaz!!!
Que a amizade se mantenha por muitos e bons anos!!!

Canhoto disse...

Deixo aqui um grade abraço a este rapaz!!!
Que a amizade se mantenha por muitos e bons anos!!!