Das pessoas? Se neles conforto a estranha
Saudade que nos invoca. Foram paixões,

Aquelas que nos cravou a dor tamanha.
Que sejam. Que sejam na vida os corações
A ter responsabilidade de quem não tenha
Feito nada senão fugir. Dai-me sensações!
Que eu mudarei o meu mundo numa façanha.
O meu mundo sem ordem, nem política!
Os meus sonhos fúteis e sem vontade!
E sem escrita certa ou figura mítica.
Mas eu sou sempre incerto no meu grito.
Não importa! Porque eu sou o há-de!
Eu sou o mundo fechado no infinito.
Esta tentativa de poema é para vocês, meus amigos. Pedro Abrantes, Pedro Amaral, João Nuno
(Tija).
(ainda tenho as fotos do vosso primeiro ano juntos em Coimbra)


2 comentários:
Deixo aqui um grade abraço a este rapaz!!!
Que a amizade se mantenha por muitos e bons anos!!!
Deixo aqui um grade abraço a este rapaz!!!
Que a amizade se mantenha por muitos e bons anos!!!
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