
Ser o mundo raiado a descansar
Nos olhos das gentes do povoado.
Sorrindo aos outros, vulgar passar,
É aquele que assumo como culpado.
Toda aquela trazida do passado.
Bancos do pátio passam a olhar
Para o meu jardim de mau-olhado.
Liberto dos meus ódios! E do pecado!
Nasci de novo para acabar cedo…
Não há-de haver morte que vos enlace
Não há-de haver vida que vos meta medo!


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