
A minha dor, ninguém a acalma.
É fonte de tédios por dormir
Nas noites mais frias ela é a alma
Dos botões de rosas por abrir.
A minha mão no céu, palma com palma!
Os fantasmas com vontade de sorrir...
Nessas noites frias, eles são trauma
Da dor que chega e que está para vir.
Olhar a dor dos outros, que canseira!
Prefiro olhar junto de mim, na tua beira,
Os mais triste gestos que fiz para ti!
Mas a minha dor, aborrecido alento...
Mágicas palavras ditas pelo vento...
A mais dura morte que eu já vivi!


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