...mais tarde, sim, mais tarde, até ao bater das horas da ermida, horas mortas, envoltas em sedas monótonas, acamadas ao descoberto da noite.
...mais tarde sim...até que me canse o viver do respirar que arrasto, até ao beirar das minhas filosofias, ao alto da minha boca desejosa de suor...
Ah! Não ser eu mais que tudo, até sair de mim, uma impossibilidade de me escrever...
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